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Oh mãe vamos passear?

Oh mãe vamos passear?

Restaurante O Castelejo

Adoramos fazer praia e gostamos especialmente de ir almoçar na hora de maior calor e estar a desfrutar de uma boa conversa em família, ouvir e ver o mar, relaxar enquanto o pessoal está a derreter ao Sol .

O Restaurante O Castelejo para além de nos proporcionar uma vista agradável para o mar, tem também um staff acolhedor. A nossa preferência recaiu na massada de marisco, estava muito boa...

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Quando forem passear para estes lados já sabem...

 

A Família M

 

 

 

 

 

 

Praia da Cordoama

A Praia da Cordoama não possui equipamento de apoio nem vigilância balnear. Tem um extenso areal e quando está maré baixa possibilita a ligação às Praias do Castelejo e Barriga. Cada vez estamos mais apaixonados pela tranquilidade e beleza que as praias de Vila do Bispo nos oferecem.

Deixamos algumas fotos, espero que gostem...

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Não deixem de explorar estas praias... 

A Família M

Bacalhoa Buddha Eden - Lago das Palmeiras - Parte I

O Bacalhoa Buddha Eden, também conhecido como Jardim da Paz, está localizado na Quinta dos Loridos, no Bombarral e tem cerca de 35ha.

 

É considerado o maior jardim oriental da Europa e foi criado em protesto contra a destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, no Afeganistão em 2001 (mediam 55 e 38 metros de altura e eram os maiores exemplares de Budas em pé esculpidos no Mundo).

 

O que estão à espera para visitar? Nós adorámos....

 

 

 

Podem visitar o Jardim  também de Comboio, torna-se engraçado com crianças, no entanto no dia que fomos estava avariado, por isso não o incluímos na nossa visita.

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1- Lago das Palmeiras

 

Primeiro ponto de paragem o Lago das Palmeiras...simplesmente fantástico...

 

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Contactos: Quinta dos Loridos, 2540-420

 

A Família M

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mosteiro da Batalha - Condestável Dom Nuno Álvares Pereira - Parte II

Nuno Álvares Pereira foi um dos maiores estrategas, comandante e génio militar, tendo desempenhado um papel fundamental na crise de 1383-1385. Como reconhecimento do seu valor foi erigida esta escultura equestre em sua homenagem.

 

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Para fazer face à situação económica delicada em que o País se encontrava resultado das guerras com Castela, em Abril de 1383, é assinado o Tratado de Salvaterra de Magos, no qual se previa o casamento de D. Beatriz, única filha do Rei D. Fernando I, "O Formoso" e de D. Leonor Telles com D. João I de Castela. Segundo o Tratado, D. Leonor Telles, após a morte do Rei D. Fernando I, seria a regente da coroa portuguesa até que D. Beatriz tivesse um filho varão e este atingisse os 14 anos. O casamento real teve lugar em Maio de 1383.

 

A crise de 1383-1385 é desencadeada precisamente com a morte do Rei D. Fernando I e o que isso significava devido à assinatura do Tratado. Grande parte da nobreza estava muito descontente pois estes acontecimentos implicavam a perda de independência de Portugal para os Castelhanos.

 

Dom Nuno Álvares Pereira foi decisivo em todo este processo, foi um dos primeiros nobres a apoiar as pretensões de D. João, Mestre da Ordem de Avis, filho ilegítimo de D. Pedro I a tornar-se Rei.

 

A 6 de Dezembro de 1383, D. João, Mestre de Avis assassina o Conde de Andeiro, conselheiro da Rainha Dona Leonor Telles, dando início ao processo revolucionário. Insegura, a Rainha Dona Leonor Telles vê-se obrigada a fugir e a 13 de Janeiro de 1384, renuncia o direito do Regimento a favor do Rei de Castela e da sua esposa, D. Beatriz.

 

Temendo uma invasão do exército castelhano, o povo de Lisboa proclama D. João, Mestre de Avis como "Regedor e Defensor do Reino".

 

Em Abril de 1384, há uma segunda invasão castelhana, travando-se a Batalha dos Atoleiros, no município de Fronteira, em que as forças portuguesas comandadas por D. Nuno Álvares Pereira saiem vitoriosas. Pela primeira vez na Pensínsula Ibérica são utilizadas as novas técnicas de defesa de forças de infantaria em inferioridade numérica perante uma cavalaria pesada muito superior.

 

Em Maio de 1384, o exército castelhano faz um cerco por completo à cidade de Lisboa, tanto por terra como por mar, durante quatro meses mas acaba por não resultar devido à resiliência portuguesa e as forças castelhanas acabam mesmo por levantar o cerco devido ao surto de peste negra.

 

Em Abril de 1385 D. João, Mestre de Avis é reconhecido pelas Cortes como Rei de Portugal e nomeia D. Nuno Álvares Pereira como Condestável de Portugal. Este acontecimento faz com que D. João I de Castela invada Portugal com o objectivo de proteger os interesses da sua esposa D. Beatriz.

 

Em Agosto de 1385, o Condestável Nuno Álvares Pereira com o apoio de aliados ingleses travam a Batalha de Aljubarrota contra Castela que invadira o País e apesar da desigualdade de forças entre os dois exércitos, os portugueses obtêm uma vitória esmagadora, graças ao génio militar do Condestável, que pôs em prática as novas táticas de guerra que aprendera com os ingleses, além de ter escolhido o melhor local para o embate. Castela retira-se e acaba por reconhecer anos mais tarde D. João como Rei de Portugal.

 

Em Outubro de 1385, trava-se nova Batalha em Valverde, o Condestável Nuno Álvares Pereira alcança nova vitória sobre os castelhanos.

 

Em 1387, para selar a aliança luso-britânica o Rei D. João, casa-se com Filipa de Lencastre.

 



Contactos: Largo Infante Dom Henrique, Batalha



A Família M

Mosteiro da Batalha (também designado Mosteiro de Santa Maria da Vitória) - Parte I

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, também designado como Mosteiro da Batalha foi mandado edificar em 1386, como cumprimento de uma promessa feita pelo Rei D. João I, como agradecimento à Virgem Maria pela sua vitória contra os castelhanos na Batalha de Aljubarrota. A Batalha de Aljubarrota foi travada a 14 de Agosto de 1385, permitindo ao Rei D. João I ficar com o trono e  assegurar a independência de Portugal.

As obras do Mosteiro prolongaram-se por mais de 150 anos por isso nele podemos observar vários estilos arquitectónicos, desde o Gótico, ao Manuelino possuíndo alguns apontamentos Renascentistas. 

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Contactos: Largo Infante Dom Henrique, Batalha 

 

 

A Família M

 

 

Onde comer... A Tasca

O Restaurante A Tasca foi uma surpresa muito apetitosa, a comida estava muito bem confeccionada e a vista da esplanada sobre o Porto da Baleeira... de tirar o fôlego, simplesmente adorámos.... 

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 Ostras Gratinadas

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 Polvo com Batata Doce

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 Sardinhas, a minha perdição...

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 Uma delícia...

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 A vista....

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Contactos:

Sítio da Baleeira, Rossa do Veiga, Vila do Bispo

+351 282 624 177

 

Até à próxima sugestão... ;o)

A Família M

 

Palheiros da Costa Nova... Ílhavo

Ficámos rendidos com este lugar, cheio de cor, como o nosso Portugal é tão bonito, se ainda não conhecem têm de ir fazer uma visita.

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Até inícios do século XIX, a Costa Nova era um extenso areal desabitado. Com a fixação da Barra do Porto de Aveiro, muitos pescadores estabeleceram-se aqui e construiram os seus "palheiros", com a finalidade de aí guardarem as redes e outros materiais ligados à pesca.

Com o passar dos anos, alguns pescadores transformaram os palheiros e adaptaram-nos a espaços de alojamento para acolher famílias na época de veraneio.

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Os palheiros da Costa Nova trazem à marginal uma palete de cores onde se destacam as riscas verdes, vermelhas, amarelas e azuis, ficam algumas imagens... 

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A Família M 

Farol da Barra... Ílhavo

Por mero acaso na nossa estadia em Ílhavo, reparámos que o Farol da Barra estaria aberto para visitas nesse dia e decidimos ir conhecer. Os pequenitos estavam entusiasmados, íamos ao maior  Farol de Portugal, seria de certo uma grande aventura! Chegámos batemos à porta e quando nos abriram já passava um minuto da hora, disseram-nos que as visitas já tinham terminado. A cara de alegria da M e do T passou a descontentamento, eu ainda argumentei mas só passa um minuto, viemos de tão longe, os pequenos gostavam tanto de subir... Não é possível respondeu! O P estava furioso como era possível alguém ser tão indiferente, tivemos de nos conformar e ir embora, mas prometi à M e ao T que os traria de novo. 

Assim cumpri. Voltámos... desta vez não haveria minuto algum que nos impedisse de subir... e valeu bem a pena ;o)

 

Como já referi o Farol da Barra é o maior Farol de Portugal e o segundo maior Farol da Península Ibérica, está a 66 metros acima do nível do mar e tem uma altura de 62 metros.

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Maquete

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O Farol tem uma escadaria composta por 271 degraus em pedra, em forma de caracol e uma segunda escadaria metálica com 20 degraus. A M e o T subiram entusiasticamente, o P achou que o elevador estava lá a pensar nele ahahahahah mas conformou-se que as escadas eram a única opção saudável, mas fez-se super bem.

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Os Faróis são equipamentos de assinalamento marítimo, cuja missiva principal é garantir a segurança da navegação. A lâmpada, projecta um feixe luminoso visível a 22 milhas náuticas de distância (cerca de 40 quilómetros). A principal fonte luminosa era obtida por incandescência do vapor do petróleo. Só em 1950 o sistema iluminante passou a ser alimentado a energia eléctrica.

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E no alto do Farol temos esta magnífica vista...

 

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Visitas às Quartas-Feiras
Das 13:30 às 16:30 (Inverno)
Das 14:00 às 17:00 (Verão)
Gratuito

 

Contactos: Largo do Farol 1, 3830-763 Gafanha da Nazaré

 

 

A Família M

 

 

 

 

 

 

Mini Chefs na Cozinha...Bolo Colchão da Noiva

Esta receita recorda-me os meus aniversários de criança, a minha mãe fazia-me sempre festas de aniversário onde os bolos e, em particular este, estavam sempre uma delícia, por isso trazem-me memórias muito felizes. Tive uma infância muito feliz rodeada de muito amor e é esse amor que transmito aos meus filhos o T e a M diariamente e partilho com eles uma das minhas paixões... os doces... e eles adoram ajudar-me e no fim claro rapar o alguidar... é uma verdadeira festa... 

Partilho convosco esta delícia, não deixem de experimentar...

 

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Ingredientes para o Bolo:

12 ovos

8 colheres de sopa de açucar (270 gr)

4 colheres de sopa de fécula de batata (150 gr)

2 c. chá de fermento em pó

sumo de 1 limão

Côco ralado q.b.


Ingredientes para o Creme:

500 ml de leite

4 colheres de sopa de farinha Maizena

4 colheres de sopa de açucar

3 gemas de ovos


Preparação:

Num recipiente bater o açúcar com as gemas dos ovos, adicionar o sumo de limão, a fécula de batata, o fermento e tornar a bater. Noutro recipiente bater as claras em castelo e envolver ao preparado anterior. O bolo vai ao forno pré-aquecido a 170ºC, cerca de 20 minutos (verificar sempre com o palito) num tabuleiro rectangular forrado com papel vegetal e untado com manteiga. Quando estiver pronto deixar arrefecer, depois cortar ao meio. Fazer então o creme, colocar num tacho o leite, a farinha maizena e o açúcar e levar a lume brando mexendo sempre até engrossar, retirar do lume acrescentar as gemas e voltar ao lume mais um bocado mexendo sempre para cozinhar as gemas. Deixar arrefecer o creme. Depois é barrar o bolo com o nosso delicioso creme e polvilhar com côco ralado. 

Este bolo fica tão macio... esperamos que tenham gostado...

 

 

A Família M